Overblog Tous les blogs Top blogs Mode, Art & Design Tous les blogs Mode, Art & Design
Editer l'article Suivre ce blog Administration + Créer mon blog
MENU

Publicité

Personalidade Cultural de Angola?

Que Personalidade Cultural da Paz para Angola?
 
 
Patrício Batsîkama
Será Angola de Hoje Humana e Culturalmente em Paz? Ou seja qual é a Personalidade Cultural de Angola? Forjar uma resposta a isso me parece uma causa Humanista, logo implica Governantes e Governados numa complicidade íntima e austera.
 
A Personalidade é a estruturação dinâmica dos ictos intrínsecos do Eu, forjados a partir dos genes singulares que herdamos, das existências particulares que somos submetidos e das percepção/sensibilidade apropriadas que exibimos do mundo e que caracteriza cada um único a sua maneira de ser e de desempenhar o seu papel social.
 
A Cultura diz Montesquieu, ‘é aquilo que fica quando o povo desaparece’. Ainda hoje vale essa definição. O que leva entender que se a Cultura permanece quando o povo desaparece, obviamente que os seus creadores teriam defendido com muita insistência. Ora bem, por debilidade de socialização, as mini-Culturas Angolanas (Côkwe, Kimbûndu, Kôngo, Umbûndu, Portuguesa, etc.) que formam a Cultura Angolana Contemporânea parecem permeáveis, aceitando ceigamente qualquer influência extrínseca positiva ou negativa. Vivemos um Brazileirismo que economicamente por exemplo, mais favorece seus agentes do que a própria Angolanidade além das consequências adicionaias: «Zé pequeno» trouxe milhares de grupos deliquentes nas musseques de Luanda e crescimento da mortalidade para juventude; aplaudimos um Americanismo que superficializa o «mwangolê», apologizando indirectamente «mercados ilícitos» de alto risco até minorar a Cultura víctima, nesse caso Angolana. Ou ainda assitimos uma série de aculturações que não parecem engradecer a Personlidade Cultural da Paz em Angola. Cadê os seus defensores/reguladores? Ou talvez falta dos agentes competentes para uma adequada prevenção da estabilidade Cultural? Ou simplesmente será a Cultura Angolana funcional e estruturadamente desconhecida na sua essência? Aquando pensaremos numa Personalidade Cultural da Paz?
 
O que queremos especificar por Personalidade Cultural? De acordo com as definições que vimos, a Cultura sempre foi uma «criação contemporânea» que identifica a sua época. com ingredientes arrastados no tempo/espaço. Quer dizer se existiu Cultura Côkwe, Kimbûndu, etc. pode também existir uma Cultura Angolana forjada pelos Angolanos e não exclusivamente por um grupo etno-linguistico. Mas é necessário estabelecer primeiramente as linhas de demarcações para tal.
 
Quais são as características da Cultura Angolana? Angolanidade, bem o tentou Ndunduma. No IIIº Simpósio, o Chefe de Estado pronunciou-se acerda disso com frequência de ‘juízos apodícticos’, o que filosoficamente significaria que o seu discurso se aparenta ao adágio Inglês: «lend a hand to save the Land»: quer dizer «empresta a sua mão para salvar a patria».
 
A Paz é o resultado dum consenso de diversidades. Se todos pensam ter uma só e mesma visão, eles se enganem drasticamente e é obvio que soferão as consequências nefastes da hipocrisia intensional: 1) porque a diversidade é tão naturalmente humana; 2) jamais observemos a mesma realidade com as mesmas condições, nem com a mesma interiorização, nem sequer com uma só percepção/sensibilidade, etc Portanto se todos Seres Humanos diferem um do outro, obviamente que a sua vivência tranquila so pode ser consensial. Mas deve-se conhecer cada um dos componentes da sociedade para depois un conjunto de especialistas estabelecer os eventuais resoluções para uma «Vida em Paz».
 
Das nossas recolhas, 60% das opiniões (demasiadamente circunstanciais) pensam que os Cokwe são confusionistas, pouco confiantes e fieis nas suas Tradições; os Kimbundu também são confusionistas, sociaveis e respeitosos; os Kôngo são coruptos, sociáveis e pacíficos; Umbûndu são traidores, respeitosos, explusivos; «Catetistas» são arrogantes,  intriguistas; os Brancos são relativamente intriguistas, reservados, etc. A Suku yange! Angola estria doente quanto a sua Personalidade Cultural!
 
Somos da opinião que essas divergências embora patológicas podem emuldar uma Personalidade Cultural da Paz. Todas as pessoas têm sua personalidade, ela é delimitadora de sua relação com seus iguais e a máscara que todos usam, nas suas relações interpessoais.Há desturbios quando notamos os seguintes sintómas: falta de observações as suas obrigações em relação a outros, a convenções sociais, intolerância, impulsividade, egoísmo, falta de autocensura, incapacidade de aprender com base em seus próprios erros, irresponsabilidade, etc. Portanto nada empede que a capacidade humana não crie uma Personalidade a seu gosto que possa ultrapassar esses disturbios.
Nesse caso começa-se com a construção da Personalidade de Individuo Angolano sem necessidade referencial da sua cor, região ou origem. Talvez seja necessário criarmos um Conselho Nacional para Personalidade Cultural da Paz cujas tarefas proporcionarão 1) Introdução duma educação especializada para formar «pessoas da Paz» dede o Ensino elementar, primário, médio até superior tendo conta da realidade socio-cultural 2) Criação das Leis que corrijam as caracteristicas patológicas na conduta social entre os Angolanos com Personalidade Cultural da Paz; 3) Aporte dos sociólogos/sociólogos para propor uma harmonia entre os constituintes da Sociedade Angolana, e isso supõe a identificação científica dos verdadeiros problemas sociais, discrepâncias culturais entres os grupos sociais constituintes, choques socio-culturais na sua contemporâneidade mas com porpósito da Paz passar a ser elemento e motivo da Socialização, etc.; 4) Elaboração duma política da Paz (sustentada pela Lei) cuja sua instrumentalização na gerência socio-politica e cultural basear-se-á nas linhas democráticas universais tendo em conta a realidade socio-cultural Angolana; 5) Pluridimensionar a estrutura política tendo em conta a dinâmica da realidade cultural e social do país. Durante muitos anos, Angola viveu uma guerra parrícida que desfavoreceu a Educação Normal, sem falar da falta Educação afectiva que, apesar das Igrejas multiplicarem-se como cogmelos, não curou esse Angolano intolerante, extremamente egoista, remarcavelmente impulso, etc.
 
O Comportamento e a desenvoltura vivencial entre os Angolanos devem ser estudados miniciosamente, desta vez na vertente da Paz. Não enganemo-nos que nessa Era da Paz, Concordia e Reconciliação Nacional, Angola já vive em Paz. Ainda quotidianemos as sequelas da Guerra: as expressões no nosso dia-dia, o comportamento diáro, a sombra das nossas ideias e opiniões, interpretação das nossas intensões, etc. ainda refletem bastante percentagem duma Personalidade Cultural da Guerra. Pois isso que é o problema e a sua resolução nunca será alcançada unicamente pelos Governantes. Somente com a complicidade com os Governados que será possível uma Personalidade Cultural da Paz. Porquê? 1) porque o progresso não dependem exclusivamente dos decisores mas concomitantement daqueles que executam; significa que precisamos dos Bons decisores e dos excelentes executores; 2) porque qualquer Prémio, diz a sabedoria angolana, é um só chapeu para o Dirigente, mas a sua substância vale milhares de Dirigidos. Nem um nem outro é parcialmente suficiente, por isso ambos devem jutamente cultivar uma Cultura de Solariedade, Tolerância e de Eficiência nos seus actos.
 
Acho de extrema importância a «Política linguística e coesão Nacional» que formulou o jurista João Pinto. Nem com isso, acreditamos que seja suficiente. A Cultura não é só língua, Usos e Costumes também. Então, qual seria «Política Antropológica para coesão nacional»? ou qualquer outra coisa ‘like that’. «Qui se sent morveux se mouche» escreveu Molière.
 
As Universidades estão a formar investigadores que – caso não estejam simplesmente interessados com o aumento salarial – vão decidir através das suas reflexões os rumos favoráveis para edificação duma Angola em Paz. Por essa razão seria um método menos errado que os órgãos de Estado, sobretudo o MiniCult e MiniEdu, procurarem a redinamização funcional, experimentando os novos valores provenientes das instituições confiantes seguras para nós. Acompanhei à meio-distância a defesa das teses da primeira promoção dos Licenciados da Faculdade de Letras e Ciências Sociais, e não duvido disso.
 
Teosoficamente, quer no Cristianismo, Islão, Budismo tanto como nas nossas religiões ditas tradicionais, depois das calamidades, Deus intervém. Mas intervém usando as pessoas. Essas são escolhidas, entre elas os especialistas em matéria, com elevância notoriedade de família (família aqui pode significa classe dos ingenheiros, classe dos sociólogos, família dos Médicos, etc.) e cada uma exercendo a sua tarefa sem necessidade de atropelo às tarefas do outro: Harmonia reina.
 
Porquê não se criar um «específico» Conselho Nacional afim de edificar a Personalidade Cultural de Paz cujo objectivo será: 1) forjar um Angolano com Personalidade Cultural da Paz; 2) estabelecer as alicerces que num futuro próximo aniquilarão pobreza, sob-desevolvimento, etc. Porque, o Homem é realmente pobre, sub-desenvolvido quando lhe falta uma Personalidade condigna. Pois é isso que devemos velar a resolução.
 
«Ntângu yifwêni», chegou a hora de começarmos a pensar na Personalidade da Cultura da Paz. Será que pensemos como Homens que vivem na Era da Paz? Será que avancemos para Concórdia Nacional sem ‘arrière-pensées’ beligentes? Será que estamos prontos a Reconciliação Nacional aceitando desta vez as Guerras opcionais?... «Lwânya kya!».
Publicité
Retour à l'accueil
Partager cet article
Repost0
Pour être informé des derniers articles, inscrivez vous :
Commenter cet article
A
Foi útil para mim pessoal
Répondre